Para iniciar a conversa sobre o Rexx, acho legal primeiro contar um pouco de história. Tive a oportunidade de acompanhar esse processo no início da minha vida com os computadores.
Da mesma forma que utilizamos arquivos em lote nos sistemas para PC, esse recurso também estava disponível nos mainframes IBM. E não estou falando de JCL.
Nos sistemas baseados em VM, primeiro era utilizado o EXEC, um simples arquivo com uma sequência de comandos. Logo, o EXEC2 implementou elementos de lógica, como desvio, condicional e tratamento de erros.
Mais tarde surgiu o Rexx, uma linguagem completa. Possui todas as estruturas de programação, e uma vasta coleção de funções matemáticas, manipulação de strings, arquivos e pilhas de dados. Hoje roda em praticamente todas as plataformas e permite uso dos recursos do sistema operacional.
Sua sintaxe simples oferece um código fonte limpo. Já desenvolvi diversas ferramentas com Rexx. Até mesmo conversores de código fonte.
Outra característica importante, é o recurso para rastrear o código em tempo de execução, o que facilita muito a correção de eventuais problemas.
Para conhecer mais:
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