Um amigo compra um notebook, hoje com preço e condições de pagamento muito atraentes. Mas vem com Linux instalado – “eu não sei mexer nisso” – e lhe pede para instalar o Windows. Pirata, bootleg.

Agora vamos a alguns fatos. Recentemente tive a oportunidade de analisar um desktop e dois notebooks com Linux pré-instalado.

Todos tinham uma distribuição desconhecida, ao menos para mim. Ato falho, não lembro dos nomes. Confesso que não tinham a usabilidade que um usuário comum precisa. Mas o pior foi um notebook, com uma distro sem interface gráfica instalada. Nenhum CD ou instrução a respeito. O cidadão liga o equipamento e recebe o prompt do shell. Imagine…

É no mínimo curioso o fato dos fabricantes daqui não incluirem uma distribuição que atenda a esse mercado. Por que não embarcar um Ubuntu, Mandriva ou Fedora? Seria “preguiça”, afinal o que interessa é vender o hardware? Ou existe algum outro interesse por trás disso?

Por exemplo, a Dell vende desktops e notebooks com Ubuntu, na Europa e até nos Estados Unidos. E com a opção de suporte.

Um sistema operacional não precisa ser difícil. Mas assim, fica muito difícil.



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